
Teogenis de Mileto: Óh, fraterno amigo, experimentado domador de leões, tal qual Héracles que um dia em Neméia poderosa fera derrotou! Em quais agros campos percorres por estes dias que a diderrosea aurora se ausenta em dar-nos o ar de sua beleza furta-cor!?
Alexandro de Éfeso: Saudações egrégio amigo! Tenho vagado no ermo da solidão das estradas e descoberto que são propícios os dias que se mostram encobertos! Grande beleza se oculta na figura das ninives e nos agrupamentos celestes do Pai Ajunta-Nuvens! Cumulus, Nimbus e Cirrus, todos esses deuses estrangeiros nos apontam para algo que está ainda além do que nos diz o multi-ardiloso olhar!
Teogenis de Mileto: E quão engenhosamente obinubilantes são estas janelas que chamamos de olhos! Tudo o que vê não o é e as minúcias se perdem! Mas onde se esconde o arqui-argêntio, Luminoso Apolo? ou ainda devemos esquecê-lo por um momento e viver em alegre festim dionisíaco?
Alexandro de Éfeso: Como os antigos descendentes de Sólon, poderíamos celebrar os Encantos de Isis e com eles todos os plurifacetados mistérios do breu! E se nos transpassa o imo, vontade insólita de afrontar as bacantes e romper os limites da menina da manhã... lembre-mos sempre do dito: " a morte é assunto que se debruça sobre os joelhos dos Deuses" ! Assim, coragem, homem de natureza leonina, é o próprio Loxias quem nos convida para os nebulosos arcanos!
Teogenis de Mileto: Palavra reta e de entusiasmo percorre seu cérebro e verte de sua boca! É por acaso um Nume, um Daimon que por ti discorre com tal precisão!? Digo-te: avante! Que Zeus, porta-égide, de nebulosa fronte, nos aponte a tortuosa trilha que percorremos!
Alexandro de Éfeso: Saudações egrégio amigo! Tenho vagado no ermo da solidão das estradas e descoberto que são propícios os dias que se mostram encobertos! Grande beleza se oculta na figura das ninives e nos agrupamentos celestes do Pai Ajunta-Nuvens! Cumulus, Nimbus e Cirrus, todos esses deuses estrangeiros nos apontam para algo que está ainda além do que nos diz o multi-ardiloso olhar!
Teogenis de Mileto: E quão engenhosamente obinubilantes são estas janelas que chamamos de olhos! Tudo o que vê não o é e as minúcias se perdem! Mas onde se esconde o arqui-argêntio, Luminoso Apolo? ou ainda devemos esquecê-lo por um momento e viver em alegre festim dionisíaco?
Alexandro de Éfeso: Como os antigos descendentes de Sólon, poderíamos celebrar os Encantos de Isis e com eles todos os plurifacetados mistérios do breu! E se nos transpassa o imo, vontade insólita de afrontar as bacantes e romper os limites da menina da manhã... lembre-mos sempre do dito: " a morte é assunto que se debruça sobre os joelhos dos Deuses" ! Assim, coragem, homem de natureza leonina, é o próprio Loxias quem nos convida para os nebulosos arcanos!
Teogenis de Mileto: Palavra reta e de entusiasmo percorre seu cérebro e verte de sua boca! É por acaso um Nume, um Daimon que por ti discorre com tal precisão!? Digo-te: avante! Que Zeus, porta-égide, de nebulosa fronte, nos aponte a tortuosa trilha que percorremos!
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