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Alexandro de Éfeso: Meu amado amigo! Saudações dos irmãos do antigo templo de delfos.
Teogenis de Mileto: Óh feliz companha de outrora! Que ventos te sopram aos ouvidos?
Alexandro de Éfeso: Sopra o Zéfiro... assobiam canções o Noto... e a ultima de Loxias oblíquo, é que não há nada de novo debaixo do sol.
Teogenis de Mileto: Assim os ventos te professam! A mim suave brisa canta, como ninfas, bem aventuranças que não tardam!
Alexandro de Éfeso: Que sejam elas todas egrégias e fartas! Que muitos banquetes e flores nos aguardam em terras distantes, e que hospitaleiros e venerandos são os estrangeiros que nos recebem como em nossa augusta casa...
Teogenis de Mileto: Tudo o que dizes realizar-se-á em breve. Com mui caras e esbeltas fâmulas de tez brônzea a nos banhar, untar com óleos odoríficos raríssimos e mil tipos de grãos e viandas nos ofertarão!
Alexandro de Éfeso: Oxalá nosso pai Cronida seja favorável... que os encantos dos cantos circeanos não mais nos acalantem como porcos que dormem sem saber onde vão.
Teogenis de Mileto: Que Afrodite aqueça o coração das donzelas enquanto luminoso Apolo penetre em seus fracos miolos dando-lhes lucidez!
Alexandro de Éfeso:Que palavra é essa que te escapole das alvas barreiras dos dentes? Não sabes por acaso que o destino é tecido pelas Nornas e que para elas não há esperança?
Teogenis de Mileto: Óh, perspicaz amigo, nada te encubro daquilo que me vai no íntimo de meu espírito! Existem aquelas, traiçoeiras víboras em pele de carneiro que, como Circe, feiticeira ludibriosa, nos transformam em feras bestiais! Existem ainda outras que com abraço eterno nos querem sufocar, como Calípso, afastando-nos de nosso doce lar! Porém, há também fiéis Penélopes, a tecer finas mortalhas esperando nosso regresso....
Alexandro de Éfeso: Mas nem o engenhoso homem Dedáleo conseguiria produzir um engenho suficiente para criar um industrioso artifício... E encontrá-las!
Teogenis de Mileto: Pois, com razão, nenhum engenho criado pelas mãos do homem pode vislumbrar tais mulheres! Deitadas por sobre o colo de Morfeu estão, dentro do próprio Homem!
Alexandro de Éfeso: Raio luminoso que provem dos Numes te alumia a fronte! E agora mesmo parece que fala como os vates e não como homem comum a quem as vistas confundem a excelsa razão!
Teogenis de Mileto: Óh feliz companha de outrora! Que ventos te sopram aos ouvidos?
Alexandro de Éfeso: Sopra o Zéfiro... assobiam canções o Noto... e a ultima de Loxias oblíquo, é que não há nada de novo debaixo do sol.
Teogenis de Mileto: Assim os ventos te professam! A mim suave brisa canta, como ninfas, bem aventuranças que não tardam!
Alexandro de Éfeso: Que sejam elas todas egrégias e fartas! Que muitos banquetes e flores nos aguardam em terras distantes, e que hospitaleiros e venerandos são os estrangeiros que nos recebem como em nossa augusta casa...
Teogenis de Mileto: Tudo o que dizes realizar-se-á em breve. Com mui caras e esbeltas fâmulas de tez brônzea a nos banhar, untar com óleos odoríficos raríssimos e mil tipos de grãos e viandas nos ofertarão!
Alexandro de Éfeso: Oxalá nosso pai Cronida seja favorável... que os encantos dos cantos circeanos não mais nos acalantem como porcos que dormem sem saber onde vão.
Teogenis de Mileto: Que Afrodite aqueça o coração das donzelas enquanto luminoso Apolo penetre em seus fracos miolos dando-lhes lucidez!
Alexandro de Éfeso:Que palavra é essa que te escapole das alvas barreiras dos dentes? Não sabes por acaso que o destino é tecido pelas Nornas e que para elas não há esperança?
Teogenis de Mileto: Óh, perspicaz amigo, nada te encubro daquilo que me vai no íntimo de meu espírito! Existem aquelas, traiçoeiras víboras em pele de carneiro que, como Circe, feiticeira ludibriosa, nos transformam em feras bestiais! Existem ainda outras que com abraço eterno nos querem sufocar, como Calípso, afastando-nos de nosso doce lar! Porém, há também fiéis Penélopes, a tecer finas mortalhas esperando nosso regresso....
Alexandro de Éfeso: Mas nem o engenhoso homem Dedáleo conseguiria produzir um engenho suficiente para criar um industrioso artifício... E encontrá-las!
Teogenis de Mileto: Pois, com razão, nenhum engenho criado pelas mãos do homem pode vislumbrar tais mulheres! Deitadas por sobre o colo de Morfeu estão, dentro do próprio Homem!
Alexandro de Éfeso: Raio luminoso que provem dos Numes te alumia a fronte! E agora mesmo parece que fala como os vates e não como homem comum a quem as vistas confundem a excelsa razão!
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